Atravessando a Alameda Santos, lá pela altura da estação Trianon-Masp, passa-se por um parque, cortado pela rua, e o cheiro de mato pesa, o ruído dos carros subitamente ameniza, o ritmo descansa. Hoje o dia começou aqui, em Fortaleza, com muita chuva, água forte, dessas de fazer barulho no telhado (alheio, já que o meu é inaudível, a não ser pela vizinha de 5 anos com a bola de basquete, dia sim, dia não).
Chuva remete ao mato, a Guaramiranga e o seu mosteiro, a Ubajara com seu Antônio contando suas histórias incríveis (a gente crê mais quando é noite, e a luz é pouca, e o vinho tranquiliza o grilo no jardim). Seu Antônio é cineasta e agricultor, só orgânicos, nada de agrotóxicos. As bergamotas de seu Antônio são mais perfumadas, os tomates mais vermelhos. A vida ali é uma impressão colorida. O dia hoje é para Monet e sua Giverny encantada.
Chuva remete ao mato, a Guaramiranga e o seu mosteiro, a Ubajara com seu Antônio contando suas histórias incríveis (a gente crê mais quando é noite, e a luz é pouca, e o vinho tranquiliza o grilo no jardim). Seu Antônio é cineasta e agricultor, só orgânicos, nada de agrotóxicos. As bergamotas de seu Antônio são mais perfumadas, os tomates mais vermelhos. A vida ali é uma impressão colorida. O dia hoje é para Monet e sua Giverny encantada.

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